Dia 20 de abril de 2023 pelas 21h30 reuniram os associados da Associação Portuguesa de Falcoaria, em segunda convocatória, através de videoconferência. A Assembleia teve a seguinte ordem de trabalhos: Relatório de contas Cursos de iniciação Protocolo com a Universidade Nova Zonas de caça Espécies Cinegéticas Eleições Outros assuntos Ponto 1 O Tesoureiro, Paulo Pinhal, apresentou o relatório de contas de 2022 sublinhando a situação favorável das finanças da associação e, simultaneamente, o esforço de comunicação e logístico que a execução deste tipo de documentos representa. Após a apresentação não houve lugar a dúvidas ou intervenção por parte dos sócios. O relatório de contas teve parecer prévio favorável do Conselho Fiscal O relatório foi submetido a votação online e aprovado por unanimidade. Verificou-se a seguinte distribuição de votos: 58 votos a favor – 55 votos efetivos e 3 votos de apoiantes. Ponto 2 Neste ponto o Secretário, Nuno Garcia, deu a conhecer aos sócios o curso de iniciação programado e que terá lugar no segundo fim-de-semana de maio. Foi explicada a intenção de coincidir com a Feira da Caça de Santarém de forma a cativar possíveis interessados em realizar o curso/visitar a feira. Foi dado a conhecer que, de momento, as inscrições deveriam ser encerradas por se estar a atingir o número limite de inscritos. Foram respondidas dúvidas dos sócios Paulo Fonseca e João Silva, que apresentavam questões sobre as suas inscrições. Após um breve esclarecimento o Presidente da Mesa, solicitou que tais pormenores fossem tratados em privado para dar seguimento aos trabalhos Ponto 3 Neste ponto, Pedro Afonso, apresentou a constituição de um protocolo de colaboração entre a APF e o Instituto de Estudos Medievais/Nova FCSH. Realçou o trabalho já desenvolvido por este instituto e a mais valia que o mesmo pode representar na construção de trabalho científico sólido em prol da falcoaria. A mesma opinião demonstrou o Presidente da Direção, António Carapuço. Sobre este tema não houve questões por parte dos sócios. Ponto 4 Pedro Afonso falou sobre a proposta que a APF fará para a inclusão da cetraria nos POEC das Zonas de Caça Municipais geridas por Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia junto das mesmas. José Sampaio referiu que os dados e contatos estão recolhidos, bem como a carta de apresentação está feita e será enviada em breve a cada entidade gestora das zonas de caça. António Carapuço terminou abordando a injustiça recorrente que representa a não inclusão da cetraria por defeito nos planos de exploração. Ponto 5 Relativamente ao estado das espécies cinegéticas, António Carapuço expõe a sua preocupação no que concerne ao estado dos efectivos selvagens. Nota alguma recuperação do coelho bravo, e na lebre. Refere que as perdizes sofrem com a agricultura atual e com a largada de perdizes de cativeiro. Sublinha que os anatídeos estão em franca expansão apesar de em Portugal não existirem as condições ideais para a sua caça por cetraria. Por outro lado, Pedro Afonso refere que o estado das populações de coelho bravo é referido como preocupante no novo Livro Vermelho dos Mamíferos de Portugal, e que a crescente preocupação com o seu estado de conservação, pode ter aproveitamento por parte de movimentos radicais para a proibição da sua caça. Não foram colocadas questões sobre este ponto. Ponto 6 Pedro Afonso informa que no próximo encontro anual irão decorrer eleições para o próximo mandato, e convida os sócios a formar listas. Ponto 7 Em outros assuntos, é referido por António Carapuço que a IAF recebeu uma proposta para um protocolo com uma eventual federação (que virá a ser criada) direcionada à competição de falcões de velocidade na Europa. Por outro lado, Sofie Gabu tentou apresentar a iniciativa de realizar uma entrevista ao diretor de um hospital de falcões (Falcon Hospital) com questões colocadas pelos sócios. Devido aos problemas técnicos associados ao microfone da associada, foi António Carapuço a tomar a palavra e expor a intenção. Sem outros assuntos a reunião foi encerrada às 22:25.